Nada aqui é aleatório. Cada troca tem uma razão clínica ligada aos seus exames, à sua composição corporal e à sua rotina.
01Menos gordura saturada
Redução de carnes vermelhas e gorduras saturadas, com preferência por carnes brancas, peixes e preparações grelhadas ou assadas. Impacto direto no LDL.
02Mais mono e poli-insaturadas
Azeite de oliva, castanha-do-pará e peixes como salmão entram como fonte principal de gordura — protegendo o perfil lipídico e a saúde cardiovascular.
03Mais fibras, sobretudo solúveis
Farelo de aveia, psyllium, leguminosas, frutas e legumes. A fibra solúvel ajuda no colesterol, na saciedade e no controle glicêmico.
04Proteína distribuída no dia
Aumento da quantidade total e presença de proteína em todas as refeições — condição para preservar e ganhar massa muscular, que hoje está baixa.
05Ajuste de nutrientes e matriz alimentar
Escolhas dentro do mesmo grupo alimentar priorizando versões integrais e menos processadas, mantendo praticidade e adesão.
06Foco nos marcadores em risco
Circunferência da cintura e demais marcadores alterados são o alvo: composição corporal antes do número da balança.